Um levantamento conduzido pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, mapeou cinco tipos de comportamento recorrentes entre pessoas que criam gatos. A equipe analisou 56 tutores que vivem em áreas rurais e urbanas, incluindo Bristol e Manchester, para entender como cada um lida com o pet e com o impacto dos felinos sobre a vida selvagem.
Como o estudo foi realizado
Os participantes responderam a perguntas sobre a maneira de cuidar dos animais, o grau de preocupação com possíveis doenças adquiridas na rua e a percepção do risco que os gatos representam para outras espécies. A partir das respostas, os pesquisadores classificaram as atitudes em cinco perfis:
Cuidadores conscientes – demonstram preocupação tanto com o bem-estar do gato quanto com o efeito das caçadas sobre a fauna local.
Protetores preocupados – priorizam a segurança e a saúde dos felinos, sem foco nos impactos externos.
Guardiões tolerantes – desaprovam a caça, mas aceitam que essa prática aconteça de forma ocasional.
Defensores da liberdade – rejeitam qualquer restrição ao comportamento natural do animal.
Imagem: Internet
Proprietários laissez-faire – não se envolvem ou desconhecem os hábitos de caça do gato, permitindo que ele aja sem interferência.
Segundo os autores, a classificação ajuda a compreender como diferentes abordagens de cuidado influenciam tanto a saúde dos felinos quanto o equilíbrio da fauna ao redor.
Com informações de Terra





