A doação de órgãos ainda esbarra em dúvidas e informações incorretas que, muitas vezes, desestimulam famílias a autorizar o procedimento. Para ajudar a desfazer equívocos, a professora de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Raquel San Borato, reuniu cinco pontos essenciais sobre o tema.
O corpo não sofre danos após a retirada de órgãos
De acordo com a docente, o procedimento é conduzido exclusivamente por equipes médicas especializadas, seguindo protocolos que garantem respeito e preservação da integridade do corpo do doador.
Nenhuma faixa etária é excluída da possibilidade de doar
Raquel esclarece que pessoas de qualquer idade podem ser potenciais doadoras. A avaliação clínica identifica, caso a caso, quais órgãos ou tecidos estão aptos para transplante.
Familiares precisam autorizar a doação
No Brasil, o consentimento da família é indispensável. Por isso, expressar em vida o desejo de se tornar doador é decisivo para que a vontade seja cumprida.
Morte encefálica exige protocolo rigoroso
O diagnóstico de morte encefálica segue normas do Conselho Federal de Medicina e só é confirmado após exames e pareceres de especialistas, assegurando total precisão antes de qualquer captação de órgãos.

Imagem: Internet
Um doador pode beneficiar até oito pessoas
Além de possibilitar transplantes de órgãos vitais, um único doador também pode melhorar a qualidade de vida de receptores de tecidos, como córneas e ossos, ampliando o alcance do gesto solidário.
Com informações de Terra





